Eu não me lembro quando você se foi. Eu não me lembro do ultimo adeus. Eu não me lembro do nosso ultimo dia. Eu apenas me lembro que, por um momento, eu parei de prestar atenção em você e você simplesmente se foi. Eu não sei porque você se foi, e não lembro se você me pediu desculpas antes de ir. Eu apenas sei que você disse que nunca deixaria de me amar e só. E essa falta de lembrança dói. Como se tudo tivesse ido embora, como se eu nem sequer te amasse mais -pois sei que você não está nem aí para o meu amor. E então, por que esse sentimento? Sentimento de perda de algo que nunca foi meu, ou foi. Vou saber. Sentimento de vazio, de estar completa pelo vazio. Desilusão. Sem sonhos para o futuro e sem querer correr atrás de um. "Não deixe que um menino estrague a sua adolescência" Eu sinceramente não deixei, mas tem sido simplesmente inevitável.
Tento fazer o que posso para mudar coisas que não acho certas, mas quando existem intervalos, escrevo.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Vale tudo por mim quando estou com você.
Você também me amava, e isso era um sentimento tão bom... Amar e ser amada é sentir-se completa, é quando chorar vale a pena. É quando sonhar junto parece menos ilusório -embora as vezes seja-, é quando dormir é difícil. É quando chegamos em todos os lugares sorrindo e alegres tentando expor um pouco do nosso amor, e do amor que recebemos. É bom. Ou talvez seja mais que isso. É ótimo, é maravilhoso, é perfeito. E é tão bom que eu sinto medo. Eu sinto medo de te deixar ir, de fazer você ir, de ver você ir. Mas até deixar você ir valeria a pena. Vale tudo por você, por nós, por mim quando estou com você.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Eu odeio me sentir só, me sentir vazia. Como se qualquer coisa ou qualquer pessoa, por melhor que seja não consiga fazer algo que realmente toque meu coração. É como se ele estivesse entre paredes, como se lá estivesse um eco. Como se eu estivesse esperando alguém que tivesse coragem de entrar, de chegar lá no fundo tão fundo para me salvar. Ninguém nunca fez isso, e talvez ninguém nunca faça. Mas o que me resta é esperar, embora isso seja ridículo, isso seja doloroso e desesperador. Eu não conseguirei sozinha. Falta algo, falta alguém. Falta você. Falta alguém tão corajoso quanto você foi amado por mim. Alguém que se entregue assim como eu me entreguei, alguém que segure a minha mão, e que não a solte. Falta alguém que me faça sorrir como um dia eu sorri, que me espere enquanto eu ainda precisar assim como eu espero por você. Alguém que sinta a minha falta assim como eu sinto a sua. Alguém que entenda o que é ter um coração partido, alguém que me faça esquecer sempre que eu precisar, mas alguém que não se esqueça de mim. E eu tenho medo que esse alguém nunca chegue e que eu continue aqui nessa triste esperança. Eu tenho medo ninguém nunca chegar e você nunca voltar. De eu ver as pessoas passarem reto e não conseguir seguir os seus passos, pois as paredes ainda estão aqui, e eu tenho medo do meu coração nunca mais conseguir ver nada, além das nossas lembranças.
Profilaxia.
Queria conseguir me livrar de tamanha dor, dor que você causou ao me fazer acreditar que tudo o que você sentia era verdade.
Suas palavras ainda passam pela minha mente me fazendo desejar esquecer você. Mas a dor que essas lembranças causam só me fazem lembrar cada vez mais.
Para toda essa dor, creio que o melhor remédio seja o tempo, tempo esse que não vai me fazer esquecer, ou acabar com a dor, só vai tirar ela do centro das atenções assim como eu vou fazer com as lembranças, suas, nossas. Assim como vou fazer com você.
Para as lembranças que morreram dentro de ti, eu desejo uma nova vida, sem você, sem suas mentiras, sem o seu falso amor.
Para o coração partido, um novo amor, capaz de fazer a dor passar e ele voltar a bater, do mesmo modo de antes, na mesma intensidade, mas com uma diferença: dessa vez ele baterá por alguém que mereça cada batida.
E para você? Bom, para você eu desejo sorte!
Suas palavras ainda passam pela minha mente me fazendo desejar esquecer você. Mas a dor que essas lembranças causam só me fazem lembrar cada vez mais.
Para toda essa dor, creio que o melhor remédio seja o tempo, tempo esse que não vai me fazer esquecer, ou acabar com a dor, só vai tirar ela do centro das atenções assim como eu vou fazer com as lembranças, suas, nossas. Assim como vou fazer com você.
Para as lembranças que morreram dentro de ti, eu desejo uma nova vida, sem você, sem suas mentiras, sem o seu falso amor.
Para o coração partido, um novo amor, capaz de fazer a dor passar e ele voltar a bater, do mesmo modo de antes, na mesma intensidade, mas com uma diferença: dessa vez ele baterá por alguém que mereça cada batida.
E para você? Bom, para você eu desejo sorte!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
"Mas um dia, eu o perdi."
Um dia eu perdi alguém que eu considerava tão grande quanto a mim mesma. Eu perdi alguém e perdê-lo foi como perder a mim mesma. Eu me afoguei em lágrimas que eu pensei que nem existiam, que eu nem possuía. Eu joguei tudo o que eu tinha para fora apenas para deixá-lo entrar, pois eu imaginei que isso fosse tão grande que ocupasse tudo. Não coube espaço. O sentimento foi tão forte que eu fui deixando todos de lado e ficando apenas com ele. Eu me segurei nele como se não conseguisse andar sozinha, mas de alguma forma eu realmente, naquele momento, não conseguiria. Estava pesado. Eu estava tão cheia de amor que transbordava, eu chorava de amor e de saudade por não poder tê-lo aqui. Era uma necessidade. Mas um dia, eu o perdi. Foi tão rápido e tão frio que eu mal percebi que agora seria para sempre. Foi mais do que falar adeus, mas mais difícil de agüentar. Doeu. Sangrou. Foi uma ferida tão profunda que ainda não se curou. E nem vai curar. Mas “algumas coisas acontecem, e querendo ou não, você tem que agüentar”. Eu pensei em desistir tantas vezes, eu pensei em fugir tantas vezes, mas eu apenas pensei. Eu disse para mim “nunca mais”, mas eu acabei percebendo que como o sempre, o nunca também não dura para sempre. A vida acabou me obrigando a entender que as coisas são assim. Que as pessoas vem, e que se vão. E que nós, não podemos fazer nada. E embora isso seja triste, isso magoe, temos que aceitar. Você deve seguir em frente como esse que te deixaram seguiram. Nós apenas devemos ir pelo caminho certo, pois nós reclamamos que as pessoas se vão de nós, mas nós nunca paramos para pensar quem já deixamos para trás.
sábado, 21 de maio de 2011
Talvez eu não valesse tanto tempo.
Talvez o amor não valesse tanto. Tanto esforço, tantos planos, tanto tempo. Talvez. Talvez eu não valesse tanto. Tanto esforço, tantos planos, tanto tempo. Talvez eu não valesse nada. Talvez, para você. Enquanto eu esperava você no café, onde você estaria? Eu já havia bebido um, dois, três cafés para tentar manter-me acordada do tédio, mas não. Eu nem sequer sabia se queria uma explicação. Talvez isso ficasse como sempre, esquecido, e então nos veríamos amanhã ou depois, você olharia para mim como se realmente não lembrasse de nada e seguiríamos em frente.
Por que eu insisto em acreditar? Acreditar em nós dois embora eu veja em seus olhos que não há nada. Sentimentos, declarações, lágrimas de saudade, sorrisos de amor. Isso nunca existiu. Um "eu te amo" nunca diz nada, quando o adeus não dói, quando o querer estar perto não se torna maior que tudo.
Por que eu insisto em acreditar? Acreditar em nós dois embora eu veja em seus olhos que não há nada. Sentimentos, declarações, lágrimas de saudade, sorrisos de amor. Isso nunca existiu. Um "eu te amo" nunca diz nada, quando o adeus não dói, quando o querer estar perto não se torna maior que tudo.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
"O ódio sempre anda junto com o amor."
Eu tinha medo de perdê-lo. Tinha medo de nunca realmente tê-lo. E tinha todos esses medos que as pessoas têm quando amam. Eu me odiava por amá-lo. Me odiava por não ser o suficiente para ele, por não ser sua namorada, sua melhor amiga, sua amiga mais bonita, por talvez, nem ser sua amiga. Odiava ter que ver ele com outras, com outros, com pessoas. Odiava quando ele sorria e não era para mim, e odiava quando ele sorria para mim e eu me encantava ainda mais. Odiava ter que ir dormir e ele ainda não ter ligado para dizer que me ama. Bom, talvez ele nunca faria isso. E eu me odiava por ser tão iludida. Odiava minhas ilusões, meus sonhos, e odiava saber que nunca se realizariam. Eu me odiava, eu o odiava por inteiro. Mas infelizmente dizem que o ódio sempre anda junto com o amor.
Medo.
Eu tenho medo de me sentir ainda mais sufocada com o que sinto, eu tenho medo de ficar sem ar. Eu tenho medo de não conseguir engolir o tempo, de não conseguir achar desculpas para mim mesma. Eu tenho medo de não aguentar, de explodir mais ainda do que eu tenho explodido. Eu tenho medo que isso não passe nunca e talvez eu tenha medo que passe, pois eu odeio me sentir vazia. Eu tenho medo que o amor seja pouco ou que talvez seja demais. Eu tenho medo de não conseguir levar tudo isso, tenho medo de desistir. Eu tenho medo de me sentir mais sozinha do que já me sinto mas também tenho medo de estar tão cheia ao ponto de transbordar. Tenho medo de ninguém me salvar, ou talvez de eu não conseguir salvar a mim mesma. E eu tenho medo que o para sempre dure sempre mesmo, e que esses medos todos nunca passem.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Sentimentos roendo meu coração.
A verdade é que eu não sei como fazer isso acabar. E então, eu me calo e deixo os sentimentos roerem meu coração como se quisesse fazê-lo sumir. Fazê-lo virar apenas migalhas, pois assim eu não sentiria mais nada. Só que não dá mais. Isso não funciona, nada funciona. E eu não consigo mais esperar. Eu preciso de uma solução, pois eu já perdi tempo demais aqui.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Você se torna sensível.
Sensível à tudo. Você torna insuportável, seus assuntos, suas reclamações, sua dor, sua vida. Você se torna medroso. Medo de amar, medo de se deixar levar, medo de continuar vivendo e ter que passar por mais uma. Você grita "eu não aguento mais" mas parece que ninguém te escuta, ninguém te entende. Mas, em algum momento eles quiseram saber o porquê de você estar assim? E então você se sufoca, sua garganta está cheia de tanta dor e seus olhos estão segurando lagrimas a tempos, ou melhor, a horas. Quem me dera se eu conseguisse descrever isso em palavras.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Simples e ao mesmo tempo complexo.
Acabei descobrindo, da pior forma, que palavras as vezes são pouco. Que palavras as vezes não existem perto do que sentimos. Acabei tendo que me contentar que sonhos as vezes vieram para ser apenas sonhos e que o impossível existe, sim! Que olhos não demonstram tudo pois há coisas que não há como ver, não há como entender. Que as vezes lagrimas são pouco para o que sentimos, que um abraço de qualquer pessoa não fará a dor passar -e isso pode nos deixar ainda pior por saber que o abraço da pessoa que mais desejamos não será em nós. Tenho aprendido que feridas nem sempre se fecham, cicatrizes nem sempre somem. Que nem sempre podemos fazer tudo, que as vezes não basta correr, precisamos voar. E que embora as coisas mudem, pessoas mudem, nós mudemos, há algumas coisas que nunca mudarão.
Assinar:
Comentários (Atom)