sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O tempo, talvez.

Já era tempo de essas coisas todas terem passado. E não é culpa do tempo, esse sempre passa. É só que ainda me sinto murcha. Não me apetece mais sorrir para o moçoilo que devolve os trocados no café, nem mesmo dar bom dia para o porteiro que sempre me prega algum riso. Meus dias são desses em que só resta esconder o choro por detrás de um sorriso bem seco.

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