Pela terceira vez experimentei o ódio. Nossa, é extremamente nauseante. Sei que você não merece nem uma mísera palavra, nem minha nem de ninguém, mas eu preciso me expressar. Você foi sujo, falso, ridículo e, principalmente, idiota. Não devia ter feito o que fez, não sabe o que perdeu ao dizer tudo aquilo. Realmente não sabe. Você nunca me conheceu de verdade, nunca teve essa chance por causa dessa maldita parede que nos separava de algo sincero. Você me enoja. Não sei, sinceramente, como pude me envolver com você, como pude pensar em te amar. Ainda bem que não o fiz. Ainda bem. Ah, é, não lhe contei isso, não é? Nunca lhe amei. Nunca. Apenas pensei que o fazia. Mas graças aos céus não amei. Tenho sorte de não tê-lo mais em minha vida.
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