Ao se olhar no espelho, uma pessoa desprezível apareceu em sua frente, lágrimas cairam de seus olhos ela pensou em desistir. O destruidor de corações havia lhe destruído. A aparência de menina forte foi substituida por um olhar frio e cheio de tristeza.
O tempo não é o melhor remédio, ele só passava enquanto ela continuava sofrendo.
O tempo não é o melhor remédio, ele só passava enquanto ela continuava sofrendo.
Até que resolveu acreditar que seguir em frente seria a melhor solução mesmo com tantas lágrimas. Porém, havia uma coisa nela que ninguém nunca havia enxergado: raiva.
A protetora dos corações, aquela capaz de não se apaixonar para não sofrer estava com raiva, raiva de quem havia partido seu coração e nada iria mudar isso, nem mesmo o ego inflado do provocador de tanto sofrimento.
Seu ego cresceu, suas roupas diminuiram, sua voz ficou firme, seu olhar marcante, seu corpo correspondia a seus instintos, ela voltou a ser mulher, ela voltou a ser a poderosa, ela voltou a ser quem ele conheceu, mas com uma sutil diferença que qualquer um poderia perceber, menos os seus próprios olhos: ela não o queria mais.
Ela estava prestes a se apresentar ao dito cujo, ela queria mostrar que ele não a afetava, não mais. Então ele a viu indo em sua direção, ao se aproximar dela, ele a chamou de minha e sem querer um sorriso abriu em seu rosto. Diferente de todos os sorrisos de antes, aquele era um sorriso diferente, o desprezo estava ali, estampado em sua cara, e ele viu.
– Sua?
A protetora dos corações, aquela capaz de não se apaixonar para não sofrer estava com raiva, raiva de quem havia partido seu coração e nada iria mudar isso, nem mesmo o ego inflado do provocador de tanto sofrimento.
Seu ego cresceu, suas roupas diminuiram, sua voz ficou firme, seu olhar marcante, seu corpo correspondia a seus instintos, ela voltou a ser mulher, ela voltou a ser a poderosa, ela voltou a ser quem ele conheceu, mas com uma sutil diferença que qualquer um poderia perceber, menos os seus próprios olhos: ela não o queria mais.
Ela estava prestes a se apresentar ao dito cujo, ela queria mostrar que ele não a afetava, não mais. Então ele a viu indo em sua direção, ao se aproximar dela, ele a chamou de minha e sem querer um sorriso abriu em seu rosto. Diferente de todos os sorrisos de antes, aquele era um sorriso diferente, o desprezo estava ali, estampado em sua cara, e ele viu.
– Sua?
Foi o que ela perguntou antes de se apresentar.
– Não, essa não é mais sua, esqueci de me apresentar, essa é aquela que aprendeu que sem você pode ser melhor, que sem você pode sim ser feliz, que sem você, ela ainda é ela. Prazer, esse é meu novo "eu".
– Não, essa não é mais sua, esqueci de me apresentar, essa é aquela que aprendeu que sem você pode ser melhor, que sem você pode sim ser feliz, que sem você, ela ainda é ela. Prazer, esse é meu novo "eu".
Nenhum comentário:
Postar um comentário